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Fatos do Tribunal de Contas do Estado do Amazonas - Anos 1970
Conselheira Yara Lins entra no Tribunal de Contas do
Amazonas, aos 18 anos, em 1976, na função de taquígrafa. O então conselheiro do TCE, Wuppschlander Lima, recebe os
O TCE-AM tinha apenas 80 funcionários. Para julgar um cumprimentos do então presidente Emílio Garrastazu Médici,
processo de seis mil páginas, os conselheiros demoravam em solenidade realizada em Manaus, na década de 1970
até 12 horas. Tudo com máquinas datilográficas e com
calculadoras manuais
Duas significativas reestruturações aconteceram na Corte
de Contas do Amazonas, sob a presidência do conselheiro
Hyperion Peixoto de Azevedo. Uma delas pela Lei n 970,
o
de 15 de outubro de 1970, na administração do governador
Danilo Duarte de Mattos Areosa, e outra pela Lei n 1.110, de
o
26 de dezembro de 1973, no governo João Walter de Andrade
Comitiva da Corte amazonense durante participação Foi criada a revista do TCE-AM, na presidência do conselheiro Paulo Pinto
destacada no 9 Congresso dos Tribunais de Contas do Nery, de acordo com a Resolução 05/1976. Com circulação semestral, o tribunal
o
Brasil, realizado em Guarapari (ES), no período de 19 a foi o pioneiro na divulgação de um período sobre as ações da Corte de Contas
23 de 1977 no país
O conselheiro João Braga foi levado a atuar no Tribunal de
Contas por iniciativa do conselheiro Paulo Pinto Nery, que
Quando o Tribunal de Contas do Estado do Amazonas o requisitara à direção da Câmara Municipal de Manaus.
completou 26 anos de existência, uma palestra foi proferida Naquela época, o mandato de presidente do TCE-AM era de
pelo conselheiro Armando de Menezes, junto a Paulo Nery, dia somente um ano, mas Paulo Nery exerceu a função por dois
26 de outubro daquele ano, no auditório Alberto Rangel, altos anos – 1976 e 1977. João Braga elaborou as três primeiras
da Biblioteca Pública do Estado revistas do Tribunal de Contas, contendo até 300 páginas

