
{"id":834,"date":"2010-11-17T13:25:46","date_gmt":"2010-11-17T13:25:46","guid":{"rendered":"http:\/\/www.tceam.tc.br\/?p=834"},"modified":"2010-11-17T13:25:46","modified_gmt":"2010-11-17T13:25:46","slug":"tribunal-verde","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.tceam.tc.br\/?p=834","title":{"rendered":"TRIBUNAL VERDE"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: justify\"><img decoding=\"async\" align=\"left\" alt=\"\" height=\"160\" data-src=\"http:\/\/www.tceam.tc.br\/wp-content\/uploads\/DSC_0231.JPG\" width=\"240\" src=\"data:image\/gif;base64,R0lGODlhAQABAAAAACH5BAEKAAEALAAAAAABAAEAAAICTAEAOw==\" class=\"lazyload\" style=\"--smush-placeholder-width: 240px; --smush-placeholder-aspect-ratio: 240\/160;\" \/>Simp&oacute;sio discute o papel dos TCEs no contexto ambiental<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">A partir dessa quarta-feira, o Tribunal de Conta do Amazonas (TCE-AM) entra para a hist&oacute;ria como mais um aliado na defesa do meio ambiente. Com a proposta de realizar em Manaus o I Simp&oacute;sio Internacional que discutir&aacute; a Gest&atilde;o Ambiental e Controle de Contas P&uacute;blicas, de 16 a 19 de novembro, no Tropical Hotel, a atual Presid&ecirc;ncia busca com a iniciativa &#8211; novos paradigmas e uma mudan&ccedil;a de rumo, ao assumir posturas modernas e mais atuantes como a de abra&ccedil;ar a bandeira da preserva&ccedil;&atilde;o do meio ambiente atrav&eacute;s da uma atua&ccedil;&atilde;o preventiva &agrave; pr&aacute;tica de danos &agrave; natureza e para fiscalizar a aplica&ccedil;&atilde;o correta dos recursos p&uacute;blicos.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><!--more-->Sob esse prisma, autoridades do cen&aacute;rio mundial, nacional e local estar&atilde;o se debru&ccedil;ando a partir das 8h30 de hoje, 17, no Hotel Tropical, sobre os temas: Grandes Quest&otilde;es da Atualidade; Florestas e Biodiversidade; Mudan&ccedil;as Clim&aacute;ticas; O Controle da Gest&atilde;o P&uacute;blica na Vis&atilde;o Europ&eacute;ia; Tribunais de Contas e a Controle Ambiental; Improbidade Administrativa Ambiental; O Poder Judici&aacute;rio e a Crise Ambiental, al&eacute;m da elabora&ccedil;&atilde;o da Carta da Amaz&ocirc;nia, que ser&aacute; levada para a COP 16, no M&eacute;xico.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">O presidente do TCE, conselheiro J&uacute;lio Pinheiro, acredita que o Simp&oacute;sio ter&aacute; um car&aacute;ter mais pr&aacute;tico e cient&iacute;fico, que correspondam aos objetivos do TCE Amazonas, que &eacute; chamar a discuss&atilde;o para o seio de onde se encontra a maior reserva hidromineral do planeta.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">A Carta da Amaz&ocirc;nia vai dizer o que pensamos, os TCEs v&atilde;o dizer como pensamos e como devemos atuar para preservar &agrave; natureza. Esse documento ser&aacute; distribu&iacute;do para todo o Brasil, para o mundo e estar&aacute; na COP 16, em Cancun, mostrando essa preocupa&ccedil;&atilde;o&rdquo;, destacou.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Com um instrumento fortalecido e o respaldo das institui&ccedil;&otilde;es mundiais e nacionais, o conselheiro aposta no resultado do Simp&oacute;sio como um grande passo em dire&ccedil;&atilde;o &agrave; redu&ccedil;&atilde;o dos danos ambientais. Segundo Pinheiro, com a Auditoria Ambiental (criada em mar&ccedil;o deste ano), bem estruturada, ser&aacute; poss&iacute;vel evitar crimes ambientais como o denunciado em Macurany, em Parintins (onde mais de 50 castanheiras centen&aacute;rias foram derrubadas para dar lugar &agrave; constru&ccedil;&atilde;o de um conjunto residencial). O conselheiro tamb&eacute;m citou como exemplo uma obra de uma empresa do Distrito Industrial.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Segundo ele, a Auditoria poder&aacute; atuar na fiscaliza&ccedil;&atilde;o para saber se a obra est&aacute; obedecendo aos crit&eacute;rios do Relat&oacute;rio de Impacto ao Meio Ambiente (Rima). &ldquo;Ser&aacute; que o resultado desse trabalho n&atilde;o vai atingir o len&ccedil;ol fre&aacute;tico, por exemplo?&quot; Questionou Pinheiro.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Com esses objetivos claramente esclarecidos na carta da Amaz&ocirc;nia, o presidente J&uacute;lio Pinheiro acredita que a pergunta que ora impera sobre qual a rela&ccedil;&atilde;o entre Tribunal de Contas e o meio ambiente estar&aacute; respondida. A abertura oficial do evento foi ontem, 16, &agrave;s 20h no Teatro Amazonas.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Hoje, quarta-feira, 17, no Hotel Tropical, os conferencistas do painel I v&atilde;o iniciar a discuss&atilde;o em torno do tema intitulado Grandes Quest&otilde;es da Atualidade, com as participa&ccedil;&otilde;es dos seguintes palestrantes:<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">JOHN McNEILL &#8211; Nasceu e cresceu em Chicago e permanece apaixonadamente dedicado &agrave;s equipes esportivas profissionais da Windy City. Ganhou, ou pelo menos foi premiado, um B.A. do Swarthmore College e Ph.D. da Universidade de Duke. Desde 1985 tem alegremente servido a dois senhores, como membro do corpo docente da Escola de Servi&ccedil;o Exterior e o Departamento de Hist&oacute;ria da Georgetown University. De 2003 at&eacute; 2006 ocupou a presid&ecirc;ncia Cinco Hermanos em Gest&atilde;o Ambiental e Assuntos Internacionais, at&eacute; sua nomea&ccedil;&atilde;o como professor universit&aacute;rio. Ele ensina a hist&oacute;ria do mundo, a hist&oacute;ria ambiental e hist&oacute;ria internacional em Georgetown, e escreve livros, dirige doutorado a estudantes, principalmente em hist&oacute;ria ambiental.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">BAKARY KANTE &#8211; &Eacute; diretor da Divis&atilde;o de Direito Ambiental e Conven&ccedil;&otilde;es (DELC). Juntou-se ao PNUMA, em fevereiro de 1999, como conselheiro s&ecirc;nior para o Diretor Executivo, e mais tarde foi nomeado diretor da Divis&atilde;o de Conven&ccedil;&otilde;es Ambientais (DEC). Antes de sua nomea&ccedil;&atilde;o, Bakary era bem conhecido do PNUMA, tendo desempenhado um papel importante no dom&iacute;nio do desenvolvimento ambiental, a n&iacute;vel nacional e regional. Ele atuou como Diretor de Meio Ambiente em seu Senegal natal 1984-1999, foi Presidente do &Oacute;rg&atilde;o Subsidi&aacute;rio de Implementa&ccedil;&atilde;o da Confer&ecirc;ncia Quadro das Na&ccedil;&otilde;es Unidas sobre as Altera&ccedil;&otilde;es Clim&aacute;ticas, e foi representante do Senegal para o Conselho de Administra&ccedil;&atilde;o do PNUA 1984-1998. Ele tamb&eacute;m liderou as negocia&ccedil;&otilde;es de seu pa&iacute;s Africano com o G-77 em reuni&otilde;es que tratavam de meio ambiente global e quest&otilde;es de desenvolvimento. Ao juntar o PNUMA, Kante foi nomeado membro da miss&atilde;o do secret&aacute;rio-geral da For&ccedil;a para avaliar os danos ambientais na regi&atilde;o dos Balc&atilde;s devastado pela guerra.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Anteriormente, como Diretor da Divis&atilde;o de Desenvolvimento de Pol&iacute;ticas e Direito (DPDL), Bakary forneceu orienta&ccedil;&otilde;es estrat&eacute;gicas e assessoria em apoio ao desenvolvimento e implementa&ccedil;&atilde;o de estrat&eacute;gias ambientais e programas de a&ccedil;&atilde;o, incluindo &aacute;gua e pol&iacute;ticas de terras. Ele avan&ccedil;ou o envolvimento da sociedade civil e outros grupos importantes no trabalho do PNUMA e facilitou a oferta de pol&iacute;ticas e assist&ecirc;ncia t&eacute;cnica aos governos no campo do direito ambiental. Ele desempenhou um papel importante na promo&ccedil;&atilde;o da participa&ccedil;&atilde;o do PNUMA no trabalho dos Grupos de Desenvolvimento das Na&ccedil;&otilde;es Unidas, e liderou os esfor&ccedil;os DPDL para desenvolver uma s&eacute;rie de grandes projetos e programas, incluindo o plano intergovernamental estrat&eacute;gico na capacita&ccedil;&atilde;o e apoio tecnol&oacute;gico e governan&ccedil;a ambiental internacional.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Bakary agora lidera o trabalho do PNUMA no campo do Direito Ambiental e Conven&ccedil;&otilde;es. Ele tem doutorado em Ci&ecirc;ncias Ambientais. &Eacute; casado e tem quatro filhos.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">NICHOLAS A. ROBINSON &#8211; Desenvolveu direito ambiental desde 1969, quando foi nomeado para a Assessoria Jur&iacute;dica da Comiss&atilde;o e para Presidente do Conselho de Qualidade Ambiental. Ele praticou a legisla&ccedil;&atilde;o ambiental em escrit&oacute;rios de advocacia para os munic&iacute;pios e como conselheiro geral da New York State Department of Environmental Conservation. Esbo&ccedil;ou zonas &uacute;midas de Nova Iorque e as leis de aves selvagens e foi empossado como o primeiro presidente de ambas as zonas &uacute;midas de &aacute;gua doce legais, Conselho de Recursos e Patrim&ocirc;nio Greenway Conservancy para o rio Hudson Valley. Ele atuou como assessor jur&iacute;dico e presidente da Comiss&atilde;o de Direito Ambiental da Uni&atilde;o Internacional para a Conserva&ccedil;&atilde;o da Natureza e Recursos Naturais, envolvida na elabora&ccedil;&atilde;o de tratados e aconselhamento a diferentes pa&iacute;ses na prepara&ccedil;&atilde;o de suas leis ambientais. Fundou programas ambientais Pace lei, editada no processo de 1992 das Na&ccedil;&otilde;es Unidas C&uacute;pula da Terra no Rio de Janeiro, Brasil, e &eacute; autor de v&aacute;rios livros e numerosos artigos. Ele ensina uma s&eacute;rie de cursos de direito ambiental.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Professor Robinson serviu como James D. Hopkins, professor de Direito durante o ano acad&ecirc;mico 1991-1993.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Em mar&ccedil;o de 2009, a Pace University Board of Trustees conferiu a posi&ccedil;&atilde;o de professor universit&aacute;rio para o Meio Ambiente em Nicholas A. Robinson para a sua contribui&ccedil;&atilde;o significativa para a bolsa de estudos no campo do direito ambiental, tanto nos EUA como no exterior.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">CONSELHEIRO SEVERIANO JOS&Eacute; COSTANDRADE DE AGUIAR <br \/>\n\tPresidente do IRB e do TCE\/TO.<\/p>\n<p>\tCONSELHEIRO SEVERIANO COSTANDRADE &#8211; Nasceu em 26\/06\/1965, em Teresina, Piau&iacute;. Possui bacharelado em Direito pela Universidade Federal do Piau&iacute;, e p&oacute;s-gradua&ccedil;&atilde;o em Administra&ccedil;&atilde;o da Educa&ccedil;&atilde;o, pela UNB, Direito Processual Civil, pela Universidade Tiradentes, e Estudos de Pol&iacute;tica e Estrat&eacute;gia, pela ADESG\/UFT. No Tocantins, j&aacute; ocupou diversos cargos de relev&acirc;ncia, entre eles o de Secret&aacute;rio de Desenvolvimento Comunit&aacute;rio de Palmas, Coordenador do curso de Ci&ecirc;ncias Cont&aacute;beis da Unitins, Defensor P&uacute;blico e Procurador do Estado, entre outros. A partir de 2000, passou a ocupar, cumulativamente, os cargos de Presidente do Prodivino e de Secret&aacute;rio do Trabalho e A&ccedil;&atilde;o Social. Tomou posse como Conselheiro do Tribunal de Contas em 30 de dezembro de 2002. Em 15 de dezembro de 2004, foi eleito como Corregedor do TCE para o bi&ecirc;nio 2005\/2006, cargo no qual tomou posse no dia 17 de dezembro daquele ano. Foi reeleito em 16 de dezembro de 2006, permanecendo na Corregedoria no bi&ecirc;nio 2007\/2008. &Eacute; o atual Vice-Presidente do Col&eacute;gio de Corregedores dos Tribunais de Contas do Brasil. Foi eleito como Presidente do TCE, para o bi&ecirc;nio 2009\/2010, no dia 17 de dezembro de 2008, tendo assumido o cargo em sess&atilde;o solene do Tribunal Pleno realizada dia 30 de janeiro de 2009. Neste mesmo ano foi escolhido presidente do Instituto Rui Barbosa (IRB) para o bi&ecirc;nio 2010\/2012.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">WANDERLEY GERALDO DE &Aacute;VILA<\/p>\n<p>\tConselheiro Presidente TCE\/MG<br \/>\n\tCONSELHEIRO WANDERLEY &Aacute;VILA &#8211; Nasceu na cidade mineira de Joaquim Fel&iacute;cio no dia 19 de outubro de 1949. Filho de &Aacute;lvaro Gabriel de &Aacute;vila Jr. e Maria Francisca da Concei&ccedil;&atilde;o &Aacute;vila, &eacute; casado com a professora Mariza de Oliveira &Aacute;vila e tem tr&ecirc;s filhas: a advogada Carolina, a administradora Paula e a psic&oacute;loga Juliana.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Cursou o ensino fundamental nas cidades de V&aacute;rzea da Palma e Diamantina, e o ensino m&eacute;dio em Belo Horizonte. Em 1972 concluiu o curso de Letras pela Faculdade de Ci&ecirc;ncias Humanas da Pontif&iacute;cia Universidade Cat&oacute;lica &ndash; PUC-MG, de Belo Horizonte. Em 1981 tornou-se bacharel em Direito pela Faculdade de Direito do Norte de Minas &ndash; UNIMONTES, em Montes Claros.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Sua primeira carreira foi no magist&eacute;rio. Foi professor concursado da Faculdade de Filosofia, Ci&ecirc;ncias e Letras de Diamantina, professor do Col&eacute;gio Joseph Hein, de V&aacute;rzea da Palma, da Escola Estadual Leopoldo Miranda, de Diamantina, e do Col&eacute;gio Diamantinense. Foi professor do Col&eacute;gio Estadual Belo Horizonte e Diretor do Col&eacute;gio S&atilde;o Jo&atilde;o Batista, de Pirapora, no per&iacute;odo de 1976 a 1982.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Iniciou a carreira pol&iacute;tica como Prefeito de Pirapora, de 1983 a 1988. Depois candidatou-se &agrave; Assembl&eacute;ia Legislativa de Minas Gerais e foi eleito para quatro legislaturas sucessivas, a partir de 1991. Interrompeu a seq&uuml;&ecirc;ncia para assumir o cargo de Conselheiro do Tribunal de Contas do Estado de Minas Gerais no dia 30 de setembro de 2004, em substitui&ccedil;&atilde;o ao Conselheiro Jo&atilde;o Bosco Murta Lages, que havia falecido. No dia 02 de fevereiro de 2005 assumiu o cargo de Conselheiro-Corregedor e o de Vice-Presidente em 07 de fevereiro de 2007. Tomou posse na Presid&ecirc;ncia do TCE no dia 12 de fevereiro de 2009.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Na Assembl&eacute;ia Legislativa, Wanderley &Aacute;vila exerceu v&aacute;rias fun&ccedil;&otilde;es entre elas a de Presidente da ALE\/MG de dezembro de 1996 a janeiro de 1997. Foi tamb&eacute;m membro de v&aacute;rios conselhos, como o Conselho Curador da FEAM &ndash; Funda&ccedil;&atilde;o Estadual do Meio Ambiente, do Conselho Estadual do CNEC e do Conselho da ADEMG e Segundo Secret&aacute;rio do Instituto Rui Barbosa. &Eacute; Conselheiro Grande Benem&eacute;rito do Clube Atl&eacute;tico Mineiro.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Recebeu in&uacute;meras condecora&ccedil;&otilde;es, tais como: Medalha da Inconfid&ecirc;ncia, Medalha Santos Dumont, Colar do M&eacute;rito da Corte de Contas Ministro Jos&eacute; Maria de Alkmim, Medalha da Ordem da &Aacute;guia da Grande Loja Ma&ccedil;&ocirc;nica de Minas Gerais, Comenda M&aacute;rio Bhering, outorgada tamb&eacute;m pela Grande Loja Ma&ccedil;&ocirc;nica de Minas Gerais; Medalha Amigo da Marinha, Medalha Centen&aacute;ria Uni&atilde;o Oper&aacute;ria Beneficente de Diamantina, Destaque Pol&iacute;tico e Empresarial de Montes Claros, Medalha do Bicenten&aacute;rio da Morte Alferes Tiradentes, Medalha Ordem do M&eacute;rito Legislativo, Comenda Synval Ladeira e Diploma de Benem&eacute;rito da Funda&ccedil;&atilde;o Educacional Caio Martins. &Eacute; cidad&atilde;o honor&aacute;rio de V&aacute;rzea da Palma, Diamantina, Morro da Gar&ccedil;a, Caetan&oacute;polis, Bocai&uacute;va, Presidente Kubitschek, Cana&atilde;, Lassance e S&atilde;o Francisco.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Simp&oacute;sio discute o papel dos TCEs no contexto ambiental A partir dessa quarta-feira, o Tribunal de Conta do Amazonas (TCE-AM) entra para a hist&oacute;ria como mais um aliado na defesa do meio ambiente. 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