
{"id":83348,"date":"2026-03-03T14:15:05","date_gmt":"2026-03-03T18:15:05","guid":{"rendered":"https:\/\/www.tceam.tc.br\/?p=83348"},"modified":"2026-03-03T14:15:05","modified_gmt":"2026-03-03T18:15:05","slug":"tce-am-reprova-contas-e-multa-ex-gestores-do-instituto-da-mulher-dona-lindu","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.tceam.tc.br\/?p=83348","title":{"rendered":"TCE-AM reprova contas e multa ex-gestores do Instituto da Mulher Dona Lindu"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: justify;\">A ex-ordenadora de despesas do Instituto da Mulher Dona Lindu, Susie Imbiriba Augusto, teve as contas de 2024 reprovadas pelo Tribunal de Contas do Amazonas (TCE-AM). Ela ter\u00e1 que devolver o total de R$ 58,3 mil entre multas e alcance aos cofres p\u00fablicos.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A decis\u00e3o un\u00e2nime seguiu proposta de voto do auditor Luiz Henrique Mendes, proferida na manh\u00e3 desta ter\u00e7a-feira (3), durante a 4\u00aa Sess\u00e3o Ordin\u00e1ria do Tribunal Pleno. A sess\u00e3o teve a condu\u00e7\u00e3o da conselheira-presidente Yara Amaz\u00f4nia Lins e contou com transmiss\u00e3o ao vivo por meio das redes sociais da Corte de Contas amazonense.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">De acordo com a proposta de voto, a ex-ordenadora foi responsabilizada pelo pagamento de juros e multas decorrentes de atraso no recolhimento de contribui\u00e7\u00f5es previdenci\u00e1rias ao INSS, o que configurou dano aos cofres p\u00fablicos. O valor do preju\u00edzo foi fixado em R$ 35.548,00, quantia que dever\u00e1 ser ressarcida no prazo de 30 dias.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Al\u00e9m do alcance, o Pleno aplicou multa de R$ 22.771,43 em raz\u00e3o de outras impropriedades, entre elas o fracionamento de despesas no valor de R$ 2.675.398,41, equivalente a 21,63% das despesas liquidadas no exerc\u00edcio. Conforme o voto, foram realizadas contrata\u00e7\u00f5es de mesma natureza em um mesmo exerc\u00edcio financeiro de forma fragmentada, burlando os limites legais para dispensa de licita\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Outra irregularidade considerada grave foi o pagamento de despesas mediante processos indenizat\u00f3rios, sem pr\u00e9via licita\u00e7\u00e3o, sem empenho e sem contrato administrativo. Segundo os autos, esse tipo de pagamento alcan\u00e7ou R$ 7.671.327,04, o que corresponde a 62,02% do total das despesas liquidadas em 2024. O relator destacou que a pr\u00e1tica transformou exce\u00e7\u00e3o em regra, em afronta aos princ\u00edpios constitucionais da legalidade e da obrigatoriedade de licita\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Demais gestores<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">No mesmo processo, o TCE-AM julgou regulares com ressalvas as contas de Edmundo Ferreira Brito Netto, gestor de 12 de mar\u00e7o a 31 de dezembro de 2024. Ele foi multado em R$ 2,8 mil por diverg\u00eancias entre valores registrados nos balan\u00e7os patrimonial e financeiro e aqueles constantes nos invent\u00e1rios e demonstrativos de restos a pagar.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">J\u00e1 as contas de Antonio Vin\u00edcius Rodrigues de Albuquerque, gestor no per\u00edodo de 1\u00ba de janeiro a 11 de mar\u00e7o de 2024, foram consideradas regulares.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A conselheira-presidente Yara Amaz\u00f4nia Lins convocou a pr\u00f3xima sess\u00e3o para o dia 9 de mar\u00e7o, no hor\u00e1rio regimental, a partir das 10h.<\/p>\n<p><strong>Texto<\/strong>: Pedro Sousa<br \/>\n<strong>Foto<\/strong>: Filipe Jazz<br \/>\n<strong>DICOM TCE-AM<\/strong><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A ex-ordenadora de despesas do Instituto da Mulher Dona Lindu, Susie Imbiriba Augusto, teve as contas de 2024 reprovadas pelo Tribunal de Contas do Amazonas (TCE-AM). 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