
{"id":6786,"date":"2013-06-19T08:33:43","date_gmt":"2013-06-19T12:33:43","guid":{"rendered":"http:\/\/www.tceam.tc.br\/?p=6786"},"modified":"2013-07-02T10:50:33","modified_gmt":"2013-07-02T14:50:33","slug":"lei-complementar-n-06-de-22-de-janeiro-de-1991","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.tceam.tc.br\/?p=6786","title":{"rendered":"Lei Complementar n\u00b0. 06, de 22 de janeiro de 1991."},"content":{"rendered":"<p>&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><strong><img decoding=\"async\" alt=\"\" height=\"66\" data-src=\"http:\/\/www.tceam.tc.br\/wp-content\/uploads\/image\/BRASAO_pequeno.jpg\" width=\"68\" src=\"data:image\/gif;base64,R0lGODlhAQABAAAAACH5BAEKAAEALAAAAAABAAEAAAICTAEAOw==\" class=\"lazyload\" style=\"--smush-placeholder-width: 68px; --smush-placeholder-aspect-ratio: 68\/66;\" \/><\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><strong>Estado do Amazonas<br \/>\n\tTRIBUNAL DE CONTAS<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><strong>Lei Complementar n&deg;. 06, de 22 de janeiro de 1991.<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify; margin-left: 200px;\"><strong>ESTATUI NORMAS GERAIS PARA ELABORA&Ccedil;&Atilde;O DE OR&Ccedil;AMENTOS, BALAN&Ccedil;OS GERAIS, BALANCETES MENSAIS APLIC&Aacute;VEIS AOS MUNIC&Iacute;PIOS, ESTABELECE COMPET&Ecirc;NCIA AO TRIBUNAL DE CONTAS DOS MUNIC&Iacute;PIOS DO ESTADO DO AMAZONAS QUANTO AO AUX&Iacute;LIO AO EXERC&Iacute;CIO DO CONTROLE EXTERNO DAS CONTAS MUNICIPAIS E D&Aacute; OUTRAS PROVID&Ecirc;NCIAS.<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>O GOVERNADOR DO ESTADO DO AMAZONAS.<\/strong><\/p>\n<p>Fa&ccedil;o saber a todos os habitantes que a <strong>ASSEMBL&Eacute;IA LEGISLATIVA<\/strong> decretou e eu sanciono a presente<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\">LEI:<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><b>Art. 1&ordm;.- <\/b>Esta lei estatui normas gerais para elabora&ccedil;&atilde;o de Or&ccedil;amentos, Balan&ccedil;os Gerais e balancetes mensais pelos munic&iacute;pios e respectivos &oacute;rg&atilde;os de sua administra&ccedil;&atilde;o indireta; estabelece compet&ecirc;ncia ao Tribunal de Contas dos Munic&iacute;pios do Estado do Amazonas quanto ao aux&iacute;lio ao controle externo das contas municipais e d&aacute; outras provid&ecirc;ncias.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><strong>CAP&Iacute;TULO I<br \/>\n\t<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><strong>DO OR&Ccedil;AMENTO<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong style=\"text-align: justify;\">Art. 2&ordm;.- <\/strong><span style=\"text-align: justify;\">O Or&ccedil;amento Municipal obedecer&aacute;, no que couber, o disposto na Se&ccedil;&atilde;o II, do cap&iacute;tulo IV, da Constitui&ccedil;&atilde;o Estadual e mais:<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">I &#8211; incluir&aacute; os recursos necess&aacute;rios ao atendimento dos mandamentos constitucionais ou de leis especiais, inclusive com rela&ccedil;&atilde;o ao servi&ccedil;o da d&iacute;vida p&uacute;blica,<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">II &#8211; n&atilde;o conter&aacute; mat&eacute;ria estranha &agrave; previs&atilde;o da receita e &agrave; fixa&ccedil;&atilde;o dos gastos. N&atilde;o se incluir&aacute; na proibi&ccedil;&atilde;o:<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">a) autoriza&ccedil;&atilde;o para a realiza&ccedil;&atilde;o de cr&eacute;ditos vinculados a obras e servi&ccedil;os;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">b) autoriza&ccedil;&atilde;o para a abertura de cr&eacute;dito adicional suplementar at&eacute; determinado limite;<\/p>\n<p>c) autoriza&ccedil;&atilde;o para a realiza&ccedil;&atilde;o de opera&ccedil;&otilde;es de cr&eacute;dito por antecipa&ccedil;&atilde;o da receita at&eacute; o limite de um ter&ccedil;o da receita total estimada para o exerc&iacute;cio.<\/p>\n<p>III &#8211; n&atilde;o ultrapassar&aacute; o exerc&iacute;cio para o qual foi aprovado;<\/p>\n<p>IV &#8211; evidenciar&aacute; o equil&iacute;brio em todos os fundos por ele abrangidos;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">V &#8211; ser&aacute; imediatamente publicado no Di&aacute;rio Oficial do Estado, ap&oacute;s a sua aprova&ccedil;&atilde;o e enviado ao Tribunal de Contas dos Munic&iacute;pios do Estado do Amazonas, at&eacute; 31 de dezembro de cada ano.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Art. 3&ordm;.- <\/strong>O or&ccedil;amento ser&aacute; elaborado sob forma de Or&ccedil;amento por Programa e evidenciar&aacute; o programa de trabalho do Governo Municipal, sempre que esteja correlacionado com objetivos e metas quantificadas.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Par&aacute;grafo &uacute;nico &#8211; O Or&ccedil;amento ser&aacute; acompanhado de demonstra&ccedil;&atilde;o do efeito, sobre as receitas e despesas, decorrentes de isen&ccedil;&otilde;es, anistias, subs&iacute;dios e benef&iacute;cios de natureza financeira, tribut&aacute;ria e credit&iacute;cia.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Art. 4&ordm;<\/strong>.- O anteprojeto de lei de or&ccedil;amento ser&aacute; apresentado ao Poder Legislativo para revis&atilde;o e discuss&atilde;o at&eacute; o dia 30 de outubro de cada ano.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Art. 5&ordm;.<\/strong>&#8211; O Or&ccedil;amento ser&aacute; aprovado como lei at&eacute; 30 de novembro de cada ano, observado o processo legislativo estabelecido na Constitui&ccedil;&atilde;o.<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><strong>CAP&Iacute;TULO II<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><strong>DA PROPOSTA OR&Ccedil;AMENT&Aacute;RIA<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Art. 6&ordm;.-<\/strong> A proposta or&ccedil;ament&aacute;ria que o poder Executivo encaminhar&aacute; ao Poder Legislativo nos prazos estabelecidos nesta lei, compor-se-&aacute; de:<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">I &#8211; Mensagem, que contar&aacute;: exposi&ccedil;&atilde;o circunstanciada da situa&ccedil;&atilde;o econ&ocirc;mico-financeira, acompanhada de demonstra&ccedil;&otilde;es da d&iacute;vida fundada, interna e externa e flutuante e de saldos de cr&eacute;ditos especiais de vig&ecirc;ncia plurianual; exposi&ccedil;&atilde;o e justifica&ccedil;&atilde;o da pol&iacute;tica econ&ocirc;mico-financeira do governo;<\/p>\n<p>II &#8211; projeto de lei de or&ccedil;amento;<\/p>\n<p>III &#8211; lei do Plano Plurianual;<\/p>\n<p>IV &#8211; lei de Diretrizes Or&ccedil;ament&aacute;rias;<\/p>\n<p>V &#8211; tabelas explicativas da receita e da despesa, conforme as categorias econ&ocirc;micas;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">VI &#8211; especifica&ccedil;&atilde;o dos programas especiais de trabalho, decompostos em estimativa de custo das a&ccedil;&otilde;es a realizar, acompanhadas de justifica&ccedil;&atilde;o econ&ocirc;mica, financeira, social e administrativa, que dever&aacute; estar compatibilizada com as Diretrizes Or&ccedil;ament&aacute;rias determinadas para o exerc&iacute;cio.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Par&aacute;grafo &uacute;nico<\/strong> &#8211; Constar&aacute; da proposta or&ccedil;ament&aacute;ria, para cada unidade gestora, descri&ccedil;&atilde;o sucinta de suas principais finalidades, com indica&ccedil;&atilde;o da respectiva legisla&ccedil;&atilde;o.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Art. 7&ordm;<\/strong>.- Se n&atilde;o receber a proposta or&ccedil;ament&aacute;ria no prazo fixado nesta lei, o Poder Legislativo considerar&aacute; como proposta a lei de Or&ccedil;amento vigente.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Art. 8&ordm;.<\/strong>&#8211; Os Munic&iacute;pios com popula&ccedil;&atilde;o residente superior a 50.000 (cinquenta mil) habitantes, obrigam-se &agrave; apresenta&ccedil;&atilde;o dos seus or&ccedil;amentos no prazo previsto no inciso V, art. 2&ordm;., fazendo juntada dos seguintes documentos:<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">I &#8211; Sum&aacute;rio Geral da Receita por Fontes de Despesas por fun&ccedil;&otilde;es de Governo;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">II &#8211; Demonstra&ccedil;&atilde;o da Receita e da Despesa segundo as Categorias Econ&ocirc;micas;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">III &#8211; Resumo Geral da Receita (discrimina&ccedil;&atilde;o da Receita por Categorias Econ&ocirc;micas, Fontes, Sub-Fontes, Rubricas e Al&iacute;neas);<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">IV &#8211; Demonstra&ccedil;&atilde;o das dota&ccedil;&otilde;es por &oacute;rg&atilde;os de Governo e da Administra&ccedil;&atilde;o;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">V &#8211; Demonstra&ccedil;&atilde;o da Receita e Plano de Aplica&ccedil;&atilde;o dos Fundos Especiais;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">VI &#8211; Demonstra&ccedil;&atilde;o das Despesas por &oacute;rg&atilde;o, Unidade Or&ccedil;ament&aacute;ria e Programas de Trabalho;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">VII &#8211; Demonstra&ccedil;&atilde;o das Despesas por Fun&ccedil;&otilde;es, Programas e Sub-Programas, conforme o v&iacute;nculo com os recursos;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">VIII &#8211; Demonstra&ccedil;&atilde;o das Despesas por &Oacute;rg&atilde;os e Fun&ccedil;&otilde;es;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">IX &#8211; Demonstra&ccedil;&atilde;o do Programa de Trabalho de Governo por Fun&ccedil;&otilde;es, Programas, Projetos e Atividades.<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><strong>CAP&Iacute;TULO III<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><strong>DO BALAN&Ccedil;O GERAL<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Art. 9&ordm;.- O Balan&ccedil;o geral dos Munic&iacute;pios referente ao exerc&iacute;cio anterior ser&aacute; remetido &agrave; C&acirc;mara Municipal at&eacute; o dia 30 de mar&ccedil;o, acompanhado da publica&ccedil;&atilde;o de seu extrato no Di&aacute;rio Oficial do Estado ou, se houver, do Munic&iacute;pio, e constitu&iacute;do dos documentos a seguir:<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">I &#8211; Balan&ccedil;o Or&ccedil;ament&aacute;rio;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">II &#8211; Balan&ccedil;o Financeiro;<\/p>\n<p>III &#8211; Balan&ccedil;o Patrimonial.<\/p>\n<p>&sect; 1&ordm;.- Recebido o Balan&ccedil;o Geral, a C&acirc;mara o encaminhar&aacute; ao Tribunal de Contas dos Munic&iacute;pios, at&eacute; 10 (dez) dias ap&oacute;s seu recebimento, para as devidas provid&ecirc;ncias.<\/p>\n<p>&sect; 2&ordm;.- Ser&aacute; considerada como data de encaminhamento a constante do registro no Setor de Protocolo do Tribunal de Contas dos Munic&iacute;pios, no caso de entrega direta, ou do registro fornecido pela Empresa dos Correios;<\/p>\n<p><strong>Art. 10 <\/strong>&#8211; Constar&atilde;o do Balan&ccedil;o Geral, os seguintes demonstrativos:<\/p>\n<p>I &#8211; Demonstra&ccedil;&atilde;o da Receita e da Despesa segundo as categorias econ&ocirc;micas;<\/p>\n<p>II &#8211; Demonstrativo das Despesas por Unidades Or&ccedil;ament&aacute;rias segundo as categorias econ&ocirc;micas;<\/p>\n<p>III &#8211; Comparativo da Receita Or&ccedil;ada com a Arrecadada;<\/p>\n<p>IV &#8211; Comparativo da Despesa Autorizada com a Realizada;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">V &#8211; Balan&ccedil;o Or&ccedil;ament&aacute;rio;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">VI &#8211; Balan&ccedil;o Financeiro;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">VII &#8211; Balan&ccedil;o Patrimonial;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">VIII &#8211; Demonstra&ccedil;&otilde;es das Varia&ccedil;&otilde;es Patrimoniais.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Art. 11 &#8211;<\/strong> Os Munic&iacute;pios com popula&ccedil;&atilde;o residente superior a 50.000 (cinquenta mil) habitantes, est&atilde;o exclu&iacute;dos do que estabelece o art. 10 e se obrigam &agrave; apresenta&ccedil;&atilde;o de suas contas, fazendo juntada dos seguintes documentos:<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">I &#8211; Demonstra&ccedil;&atilde;o da Receita e Despesas segundo as categorias econ&ocirc;micas;<\/p>\n<p>II &#8211; Programa de Trabalho;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">III &#8211; Programa de Trabalho do Governo &ndash; Demonstrativo de fun&ccedil;&otilde;es, Programas e Sub-Programas por projetos e Atividades;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">IV &#8211; Demonstrativo da Receita Or&ccedil;ada com a Arrecadada;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">V &#8211; Demonstrativo da Despesa Autorizada com a Realizada;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">VI &#8211; Comparativo da Receita Or&ccedil;ada com a Arrecadada;<\/p>\n<p>VII &#8211; Comparativo da despesa Autorizada com a Realizada;<\/p>\n<p>VIII &#8211; Balan&ccedil;o Or&ccedil;ament&aacute;rio;<\/p>\n<p>IX &#8211; Balan&ccedil;o Financeiro;<\/p>\n<p>X &#8211; Balan&ccedil;o Patrimonial<\/p>\n<p>XI &#8211; Demonstra&ccedil;&otilde;es da Varia&ccedil;&atilde;o Patrimonial;<\/p>\n<p>XII &#8211; Demonstrativo da D&iacute;vida Fundada Interna e Externa;<\/p>\n<p>XIII &#8211; Demonstra&ccedil;&atilde;o da D&iacute;vida Flutuante.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Art. 12 &#8211; <\/strong>Os Demonstrativos Cont&aacute;beis e Balan&ccedil;os ser&atilde;o assinados pelo Prefeito, pelo Secret&aacute;rio ou Chefe do Setor Financeiro e por profissional legalmente habilitado, respons&aacute;vel pela contabilidade do Munic&iacute;pio.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Art. 13 <\/strong>&#8211; Al&eacute;m dos documentos referidos nos artigos 10 e 11, o Balan&ccedil;o geral ser&aacute; complementado com a inclus&atilde;o dos seguintes documentos:<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">I &#8211; Relat&oacute;rio circunstanciado das Atividades Econ&ocirc;micas e Financeiras do exerc&iacute;cio a que se referirem;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">II &#8211; Rela&ccedil;&atilde;o dos Bens M&oacute;veis, Im&oacute;veis, de natureza industrial e A&ccedil;&otilde;es, existentes no exerc&iacute;cio anterior;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">III &#8211; Rela&ccedil;&atilde;o dos Bens M&oacute;veis, Im&oacute;veis, de natureza industrial e A&ccedil;&otilde;es adquiridos no exerc&iacute;cio;<\/p>\n<p>IV &#8211; Rela&ccedil;&atilde;o Anal&iacute;tica dos elementos inscritos em Restos a pagar, por exerc&iacute;cio e por credor;<\/p>\n<p>V &#8211; Balan&ccedil;o Patrimonial do exerc&iacute;cio anterior;<\/p>\n<p>VI &#8211; Balan&ccedil;o das Entidades Aut&aacute;rquicas, Funda&ccedil;&otilde;es, Empresas de Economia Mista e Empresas P&uacute;blicas, se for o caso.<\/p>\n<p><strong>Art. 14 &#8211;<\/strong> N&atilde;o remetendo o Prefeito Municipal as contas &agrave; C&acirc;mara Municipal, no prazo previsto nesta lei, o fato dever&aacute; ser comunicado pelo Chefe do Poder Legislativo Municipal ao Tribunal de Contas dos Munic&iacute;pios.<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><strong>CAP&Iacute;TULO IV<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><strong>DOS BALANCETES MENSAIS<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Art. 15 &#8211;<\/strong> Mensalmente, os prefeitos encaminhar&atilde;o ao Tribunal de Contas dos Munic&iacute;pios os Balancetes Or&ccedil;ament&aacute;rios, Financeiros e o de verifica&ccedil;&atilde;o do Raz&atilde;o, devidamente acompanhados dos seguintes documentos:<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">I &#8211; C&oacute;pias das Notas de Empenho emitidas;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">II &#8211; Comprovantes de processos licitat&oacute;rios, se houver;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">III &#8211; Rela&ccedil;&atilde;o das empresas dispensadas da emiss&atilde;o de Nota de Empenho;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">IV &#8211; Exemplares de Decretos de abertura de Cr&eacute;ditos Adicionais Suplementares, autorizados na Lei de Or&ccedil;amento, ou, se for o caso, em Leis posteriores;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">V &#8211; Exemplares de Leis autorizativas e de Decretos de abertura de Cr&eacute;ditos Adicionais Especiais, se houver;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">VI &#8211; Comprova&ccedil;&atilde;o dos saldos banc&aacute;rios e de Caixa, consignados no Balancete Financeiro, acompanhados dos extratos banc&aacute;rios devidamente reconciliados, bem como o Termo de Confer&ecirc;ncia de Caixa, assinado pelo Tesoureiro, Secret&aacute;rio de Finan&ccedil;as e Prefeito;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">VII &#8211; C&oacute;pias dos Contratos e Conv&ecirc;nios celebrados no m&ecirc;s, entre o Munic&iacute;pio, representado pelo Prefeito, e outras Institui&ccedil;&otilde;es p&uacute;blicas ou privadas;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">VIII &#8211; Projetos e Planilhas Or&ccedil;ament&aacute;rias das Obras a serem realizadas.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&sect; 1&ordm;.- Os Balancetes de que trata este artigo ser&atilde;o encaminhados ao Tribunal de Contas do Estado, no prazo previsto no art. 20, item II, desta Lei, contado&sup1; do encerramento do m&ecirc;s a que se referirem, devendo estar, juntamente com a documenta&ccedil;&atilde;o constante do item VII, convenientemente formalizados com:<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">a) a assinatura do contabilista legalmente habilitado pela contabilidade do Munic&iacute;pio;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">b) a assinatura do Secret&aacute;rio de Finan&ccedil;as;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">c) a assinatura do Prefeito.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&sect; 2&ordm;.- A data da remessa ser&aacute; considerada conforme disp&otilde;e o &sect; 2&ordm;. do art. 9&ordm;., desta Lei.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Art. 16 <\/strong>&#8211; Em cada m&ecirc;s, os Prefeitos encaminhar&atilde;o uma c&oacute;pia dos Balancetes Or&ccedil;ament&aacute;rios e Financeiros &agrave;s C&acirc;maras Municipais para os efeitos legais.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Art. 17 &#8211;<\/strong> Os Balancetes mensais consignar&atilde;o:<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">I &#8211; Os Or&ccedil;ament&aacute;rios:<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">a) Quadro Comparativo da Receita Or&ccedil;ada com a Arrecadada;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">b) Quadro Comparativo da Despesa Autorizada com a Realizada.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">II &#8211; O Financeiro: A Receita e a Despesa Or&ccedil;ament&aacute;ria, os recebimentos e os pagamentos de natureza extra-or&ccedil;ament&aacute;ria e os saldos em esp&eacute;cie provenientes do exerc&iacute;cio anterior, e os que se transferem para o m&ecirc;s seguinte.<\/p>\n<p>III &#8211; O de Verifica&ccedil;&atilde;o do Raz&atilde;o:<\/p>\n<p>a) O C&oacute;digo e a Nomenclatura das Contas do Plano movimentadas no per&iacute;odo;<\/p>\n<p>b) Os Saldos acumulados.<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><strong>CAP&Iacute;TULO V<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><strong>DO CONTROLE EXTERNO<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Art. 18 &#8211;<\/strong> O Controle Externo das Contas Municipais, a cargo das C&acirc;maras Municipais, ser&aacute; exercido com aux&iacute;lio do Tribunal de Contas dos Munic&iacute;pios, na forma do que disp&otilde;e o art. 127 da Constitui&ccedil;&atilde;o do Estado do Amazonas, a qual compete:<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">I &#8211; apreciar as contas prestadas anualmente pelos Prefeitos Municipais, emitindo parecer pr&eacute;vio que deve ser elaborado em at&eacute; sessenta dias, a contar do t&eacute;rmino da instru&ccedil;&atilde;o processual correspondente;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">II &#8211; julgar as contas das Mesas das C&acirc;maras Municipais, dos respons&aacute;veis por valores p&uacute;blicos da administra&ccedil;&atilde;o direta e indireta, inclu&iacute;das as funda&ccedil;&otilde;es e sociedades institu&iacute;das e mantidas pelo Poder P&uacute;blico Municipal e as contas daqueles que derem causa &agrave; perda, extravio ou outra irregularidade de que resulte preju&iacute;zo ao er&aacute;rio p&uacute;blico;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">III &#8211; apreciar, para fins de registro, a legalidade dos atos de admiss&atilde;o de pessoal, a qualquer t&iacute;tulo, na administra&ccedil;&atilde;o direta e indireta, inclu&iacute;das as funda&ccedil;&otilde;es institu&iacute;das e mantidas pelo Poder P&uacute;blico Municipal, excetuadas as nomea&ccedil;&otilde;es para cargos de provimento em comiss&atilde;o bem como a das concess&otilde;es de aposentadorias, reformas e pens&otilde;es, ressalvadas as melhorias posteriores que n&atilde;o alterem o fundamento legal do ato concess&oacute;rio;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">IV &#8211; realizar, por iniciativa pr&oacute;pria e das C&acirc;maras Municipais, inspe&ccedil;&otilde;es e auditorias de natureza cont&aacute;bil, financeira, or&ccedil;ament&aacute;ria, operacional e patrimonial nas unidades administrativas dos Poderes Executivo e Legislativo Municipais, e demais entidades referidas no inciso II;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">V &#8211; requisitar e examinar, junto &agrave;s institui&ccedil;&otilde;es, inclusive as que comp&otilde;em o sistema financeiro, todo e qualquer documento necess&aacute;rio a comprova&ccedil;&atilde;o das auditagens e dos resultados da presta&ccedil;&atilde;o de contas a que se refere o artigo anterior;<\/p>\n<p>VI &#8211; acompanhar a execu&ccedil;&atilde;o or&ccedil;ament&aacute;ria dos Munic&iacute;pios, atrav&eacute;s do exame dos balancetes mensais;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">VII &#8211; fiscalizar a utiliza&ccedil;&atilde;o de quaisquer recursos aplicados pelos Munic&iacute;pios e a eles re-passados mediante conv&ecirc;nio, acordo, ajuste ou outros instrumentos cong&ecirc;neres, ressalvados o disposto no inciso VII, art. 71, da Constitui&ccedil;&atilde;o Federal;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">VIII &#8211; decidir as argui&ccedil;&otilde;es de inexist&ecirc;ncia ou dualidade de or&ccedil;amentos municipais, bem como para declarar a inefic&aacute;cia de dispositivos, rubricas ou dota&ccedil;&otilde;es que, em lei or&ccedil;ament&aacute;ria dos Munic&iacute;pios, contrariem princ&iacute;pios da Constitui&ccedil;&atilde;o Estadual e legisla&ccedil;&atilde;o correlata;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">IX &#8211; examinar a gest&atilde;o municipal com o prop&oacute;sito de avaliar a efici&ecirc;ncia de seus resultados, com refer&ecirc;ncia &agrave;s metas fixadas, os recursos humanos, financeiros e materiais empregados, utiliza&ccedil;&atilde;o e coordena&ccedil;&atilde;o destes recursos e os controles estabelecidos sobre essa quest&atilde;o;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">X &#8211; prestar as informa&ccedil;&otilde;es solicitadas pelas C&acirc;maras Municipais sobre a fiscaliza&ccedil;&atilde;o cont&aacute;bil, financeira, or&ccedil;ament&aacute;ria, operacional e patrimonial e sobre resultados de auditorias e inspe&ccedil;&otilde;es realizadas;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">XI &#8211; representar &agrave; autoridade competente no sentido de suspens&atilde;o das fun&ccedil;&otilde;es dos ordenadores de despesas, dos servidores ou quaisquer pessoas que arrecadem, recebam, administrem, dependam ou que tenham sob sua guarda dinheiros p&uacute;blicos, dep&oacute;sitos de terceiros, valores, materiais e outros bens dos Munic&iacute;pios, que n&atilde;o atenderem a chamamento de presta&ccedil;&otilde;es de contas ou que se revelarem omissos e remissos na entrega de livros ou documentos sob sua responsabilidade;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">XII &#8211; aplicar aos respons&aacute;veis, em caso de ilegalidade de despesas, irregularidade de contas ou descumprimento de suas decis&otilde;es, as san&ccedil;&otilde;es administrativas e pecuni&aacute;rias, previstas em lei, que estabelecer&aacute;, entre outras comina&ccedil;&otilde;es, multa proporcional ao dano causado ao er&aacute;rio e inabilita&ccedil;&atilde;o tempor&aacute;ria do agente administrativo para o exerc&iacute;cio de determinadas fun&ccedil;&otilde;es;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">XIII &#8211; assinar prazo para que o &oacute;rg&atilde;o ou entidade adote as provid&ecirc;ncias necess&aacute;rias ao exato cumprimento da lei, se verificada ilegalidade;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">XIV &#8211; sustar, se n&atilde;o atendido, a execu&ccedil;&atilde;o do Ato impugnado, comunicando a decis&atilde;o &agrave; C&acirc;mara Municipal;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">XV &#8211; fiscalizar as contas municipais de empresas ou cons&oacute;rcios intermunicipais de cujo capital social o Munic&iacute;pio participe de forma direta, nos termos de acordo, conv&ecirc;nio ou ato constitutivo;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">XVI &#8211; representar ao Poder competente sobre irregularidades ou abusos apurados, no aux&iacute;lio ao exerc&iacute;cio do controle da administra&ccedil;&atilde;o financeira ou or&ccedil;ament&aacute;ria.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&sect; 1&ordm;.- No caso de contrato, o ato de susta&ccedil;&atilde;o ser&aacute; praticado pela C&acirc;mara Municipal, que solicitar&aacute;, de imediato, ao Poder Executivo Municipal, as medidas cab&iacute;veis.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&sect; 2&ordm;.- Se a C&acirc;mara Municipal ou o Poder Executivo, no prazo de noventa dias, n&atilde;o efetivar as medidas previstas no par&aacute;grafo anterior, o Tribunal de Contas dos Munic&iacute;pios decidir&aacute; a respeito.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Art. 19 <\/strong>&#8211; As C&acirc;maras Municipais, diante de ind&iacute;cios de despesas n&atilde;o autorizadas, poder&atilde;o solicitar &agrave; autoridade respons&aacute;vel que, no prazo de cinco dias, preste os esclarecimentos necess&aacute;rios.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&sect; 1&ordm;.- N&atilde;o prestados os esclarecimentos ou considerados estes insuficientes, a C&acirc;mara Municipal solicitar&aacute; ao Tribunal de Contas dos Munic&iacute;pios pronunciamento sobre a mat&eacute;ria, no prazo de noventa dias.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&sect; 2&ordm;.- Se a C&acirc;mara Municipal ou o Poder Executivo Municipal, no prazo de noventa dias, n&atilde;o efetivar as medidas previstas no par&aacute;grafo anterior, o Tribunal de Contas dos Munic&iacute;pios decidir&aacute; a respeito.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&sect; 3&ordm;.- As decis&otilde;es do Tribunal de Contas dos Munic&iacute;pios, de que resulte imputa&ccedil;&atilde;o de d&eacute;bito ou multa, ter&atilde;o efic&aacute;cia de t&iacute;tulo executivo.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&sect; 4&ordm;.- Entendendo o Tribunal de Contas dos Munic&iacute;pios irregular a despesa, a C&acirc;mara Municipal, se julgar que o gasto possa acusar dano irrepar&aacute;vel ou grave les&atilde;o &agrave; Economia p&uacute;blica, sustar&aacute; o pagamento.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Art. 20 <\/strong>&#8211; O Prefeito Municipal apresentar&aacute; ao Tribunal de Contas do Estado(2), na forma que dispuser a Lei, de acordo com Ato Normativo do mesmo Tribunal:<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">I &#8211; at&eacute; 30 de mar&ccedil;o de cada ano as contas anuais referentes ao exerc&iacute;cio anterior, acompanhadas das respectivas demonstra&ccedil;&otilde;es;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">II &#8211; dentro dos 60 (sessenta) dias(3) que se seguirem ao do encerramento do m&ecirc;s, as demonstra&ccedil;&otilde;es e documentos referentes a receitas e despesas.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&sect; 1&ordm;.- Os prazos para apresenta&ccedil;&atilde;o de contas pela C&acirc;mara Municipal e pelas entidades institu&iacute;das ou mantidas pelos Munic&iacute;pios, s&atilde;o os mesmos referidos nos incisos I e II deste artigo.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&sect; 2&ordm;.- N&atilde;o apresentadas as contas, inclusive das entidades mencionadas, no prazo de que trata este artigo, o Tribunal de Contas dos Munic&iacute;pios poder&aacute;:<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">a) notificar ao Prefeito Municipal para a apresenta&ccedil;&atilde;o das Contas do Munic&iacute;pio e, sendo de entidade pela Prefeitura Municipal mantida ou institu&iacute;da, que determine a mesma provid&ecirc;ncia, obedecendo o prazo m&aacute;ximo de 10 (dez) dias;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">b) se, ainda assim, as contas n&atilde;o forem apresentadas, representar ao Governador do Estado, evidenciando a situa&ccedil;&atilde;o ensejadora da decreta&ccedil;&atilde;o de interven&ccedil;&atilde;o no Munic&iacute;pio, na forma do que preceitua o art. 128, itens I e II, da Constitui&ccedil;&atilde;o Estadual. (4).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&sect; 3&ordm;.- Apresentadas as contas, intempestivamente, o Tribunal de Contas do Estado aplicar&aacute; ao administrador respons&aacute;vel as comina&ccedil;&otilde;es que a Lei dispuser (5).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Art. 21 &#8211; <\/strong>O Prefeito Municipal dever&aacute; remeter ao Tribunal de Contas dos Munic&iacute;pios, at&eacute; o &uacute;ltimo dia do exerc&iacute;cio financeiro, a lei or&ccedil;ament&aacute;ria para o exerc&iacute;cio seguinte, acompanhada dos documentos a que se referem os incisos III e IV, art. 6&ordm;., desta lei.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Art. 22 &#8211;<\/strong> O julgamento das contas anuais das Prefeituras Municipais pelas C&acirc;maras Municipais dar-se-&aacute; obedecido o disposto nos &sect;&sect; 4&ordm;., 5&ordm;., 6&ordm;. e 7&ordm;., art. 127 da Constitui&ccedil;&atilde;o Estadual.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Par&aacute;grafo &uacute;nico &#8211; O n&atilde;o cumprimento do que estabelece o &sect; 6&ordm;., art. 127, da Constitui&ccedil;&atilde;o Estadual, implicar&aacute; na aprova&ccedil;&atilde;o ou rejei&ccedil;&atilde;o das Contas, de acordo com a conclus&atilde;o do parecer pr&eacute;vio emitido pelo Tribunal de Contas dos Munic&iacute;pios.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Art. 23 &#8211; <\/strong>Os Auditores Adjuntos, dos Tribunais de Contas, em n&uacute;mero igual ao de Auditores, ser&atilde;o nomeados pelo Presidente do respectivo Tribunal, dentre os Auditores Assistentes, portadores de curso superior, com mais de quinze anos de servi&ccedil;o p&uacute;blico estadual, obedecidas as normas aplic&aacute;veis &agrave; promo&ccedil;&atilde;o.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Art. 24 &#8211;<\/strong> Os cargos de Subsecret&aacute;rio, Secret&aacute;rio do Tribunal Pleno, Secret&aacute;rio Financeiro, Secret&aacute;rio Administrativo, Secret&aacute;rio da Procuradoria, Secret&aacute;rio de Apoio T&eacute;cnico e os Secret&aacute;rios de C&acirc;mara passam a integrar o Anexo I, da Lei n&ordm;. 1.937, de 27.12.89, percebendo os vencimentos previstos no artigo 16 da Lei n&ordm;. 1.980, de 26.09.90.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Art. 25 &#8211;<\/strong> As categorias constantes do Anexo III, da Lei n&ordm;. 1.937, de 27.12.89 passam a integrar o anexo II da mesma Lei, revogando-se o &sect; 1&ordm;. do art. 1&ordm;. do mencionado diploma legal.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Art. 26 &#8211;<\/strong> Esta Lei entrar&aacute; em vigor na data de sua publica&ccedil;&atilde;o, revogadas as disposi&ccedil;&otilde;es em contr&aacute;rio.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>GABINETE DO GOVERNADOR DO ESTADO DO AMAZONAS,<\/strong> em Manaus, 22 de janeiro de 1991.<\/p>\n<hr \/>\n<p style=\"text-align: justify;\">1 -Reda&ccedil;&atilde;o dada pela Lei Complementar n. 24, de 19.09.2000 (D.O.E. de 19.09.2000).<\/p>\n<p>2 &#8211; Reda&ccedil;&atilde;o dada pela Lei Complementar n. 24, de 19.09.2000 (D.O.E. de 19.09.2000).<\/p>\n<p>3 &#8211; Reda&ccedil;&atilde;o dada pela Lei Complementar n. 24, de 19.09.2000 (D.O.E. de 19.09.2000).<\/p>\n<p>4 &#8211; Reda&ccedil;&atilde;o dada pela Lei Complementar n. 24, de 19.09.2000 (D.O.E. de 19.09.2000). A reda&ccedil;&atilde;o anterior era: &ldquo;b) solicitar aos Bancos que det&ecirc;m dep&oacute;sitos, o bloqueio dos recursos do Munic&iacute;pio, at&eacute; que seja sanada a irregularidade; c) se, ainda, as contas n&atilde;o forem apresentadas, representar ao Governador do Estado, evidenciando a situa&ccedil;&atilde;o ensejadora da decreta&ccedil;&atilde;o de interven&ccedil;&atilde;o do Munic&iacute;pio.&rdquo;<\/p>\n<p>5 &#8211; Par&aacute;grafo acrescentado pela Lei Complementar n. 24, de 19.09.2000 (D.O.E. de 19.09.2000).<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>&nbsp; Estado do Amazonas TRIBUNAL DE CONTAS Lei Complementar n&deg;. 06, de 22 de janeiro de 1991. 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