{"id":47710,"date":"2021-09-14T13:23:32","date_gmt":"2021-09-14T17:23:32","guid":{"rendered":"https:\/\/www.tceam.tc.br\/?p=47710"},"modified":"2021-09-14T13:24:44","modified_gmt":"2021-09-14T17:24:44","slug":"%e2%80%8btce-am-multa-ex-diretoras-de-maternidade-de-manaus-em-mais-de-r500-mil","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.tceam.tc.br\/?p=47710","title":{"rendered":"\u200bTCE-AM multa ex-diretoras de maternidade de Manaus em mais de R$500 mil"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: #000000;\">\u200bO Tribunal de Contas do Amazonas (TCE-AM) multou as ex-diretoras da maternidade Azilda da Silva Marreiro, Juliana Evangelista de Oliveira e Sandra Cavalcante Silva, em cerca R$500,6 mil. As gestoras estiveram frente \u00e0 administra\u00e7\u00e3o do \u00f3rg\u00e3o de sa\u00fade em 2019 e tiveram as contas julgadas irregulares pela Corte de Contas na manh\u00e3 desta ter\u00e7a-feira (14).<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: #000000;\">O julgamento aconteceu durante a 31\u00aa Sess\u00e3o Ordin\u00e1ria do Tribunal Pleno, transmitida, ao vivo, pelos canais oficiais do TCE-AM no YouTube, Facebook e Instagram, al\u00e9m da transmiss\u00e3o, em \u00e1udio, pela R\u00e1dio Web do Tribunal, dispon\u00edvel em <a style=\"color: #000000;\" href=\"http:\/\/www.tceam.tc.br\">www.tceam.tc.br<\/a>.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: #000000;\">No relat\u00f3rio apresentado pelo auditor Al\u00edpio Reis Firmo Filho, foi pontuado que durante o exerc\u00edcio de 2019 a maternidade n\u00e3o disp\u00f4s de um setor respons\u00e1vel pelo patrim\u00f4nio, n\u00e3o havendo lan\u00e7amento dos mesmos. Al\u00e9m da irregularidade, outros pagamentos de indeniza\u00e7\u00e3o n\u00e3o apresentaram pesquisa de pre\u00e7os no mercado; projeto b\u00e1sico com objeto da contrata\u00e7\u00e3o detalhado; justificativa pela caracteriza\u00e7\u00e3o de urg\u00eancia; raz\u00e3o pela escolha do fornecedor, e aus\u00eancia, tamb\u00e9m, do termo de ajuste de contas.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: #000000;\">Pelas irregularidades encontradas pelos \u00f3rg\u00e3os t\u00e9cnicos, Sandra Cavalcante, que esteve frente ao \u00f3rg\u00e3o entre os meses de outubro e dezembro de 2019, foi multada em mais de R$8,7 mil. Juliana Evangelista, diretora do \u00f3rg\u00e3o entre janeiro e setembro daquele ano, foi multada no mesmo valor de R$8,7 mil e considerada em alcance de R$ 483 mil.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: #000000;\">Ao todo, cerca de R$500,6 mil devem retornar aos cofres p\u00fablicos. As gestoras t\u00eam o prazo m\u00e1ximo de 30 dias para realizarem os pagamentos das multas ou recorrerem das decis\u00f5es proferidas pela Corte de Contas.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: #000000;\"><strong>Outras contas irregulares<\/strong><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: #000000;\">Ainda no decorrer da sess\u00e3o, o Pleno julgou irregulares as contas do ent\u00e3o gestor da Maternidade Alvorada em 2019, Marcos Vinicius Costa Fernandes. No relat\u00f3rio apresentado pelo auditor Luiz Henrique Mendes, houve cinco restri\u00e7\u00f5es pass\u00edveis de multa acometidas pelo gestor.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: #000000;\">Dentre as restri\u00e7\u00f5es, o ex-diretor do \u00f3rg\u00e3o n\u00e3o registrou tombamentos de alguns itens do invent\u00e1rio de bens patrimoniais; n\u00e3o declarou bens; deixou de emitir parecer do Controle Interno, e cometeu fracionamento de despesas.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: #000000;\">Marcos Fernandes teve as contas julgadas irregulares e foi multado em R$14 mil pelo Pleno. O gestor tem o prazo de 30 dias para recorrer da decis\u00e3o ou realizar o pagamento da multa.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: #000000;\">A sess\u00e3o foi conduzida pelo presidente da Corte de Contas, conselheiro Mario de Mello, e teve a participa\u00e7\u00e3o dos conselheiros J\u00falio Pinheiro, \u00c9rico Desterro, Yara Lins dos Santos e Josu\u00e9 Cl\u00e1udio. Participaram tamb\u00e9m os auditores M\u00e1rio Filho, Al\u00edpio Reis Firmo Filho, Luiz Henrique Mendes e Alber Furtado. O Minist\u00e9rio P\u00fablico de Contas (MPC) foi representado pelo procurador-geral Jo\u00e3o Barroso.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: #000000;\"><strong>Pr\u00f3xima sess\u00e3o no dia 21\/09<\/strong><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: #000000;\">O presidente Mario de Mello convocou a realiza\u00e7\u00e3o da 32\u00aa Sess\u00e3o Ordin\u00e1ria no dia 21 de setembro, \u00e0s 10h. A sess\u00e3o ser\u00e1 transmitida, ao vivo, pelas redes sociais do TCE-AM (YouTube, Facebook e Instagram).<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #000000;\">Texto: Lucas Silva<\/span><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>\u200bO Tribunal de Contas do Amazonas (TCE-AM) multou as ex-diretoras da maternidade Azilda da Silva Marreiro, Juliana Evangelista de Oliveira e Sandra Cavalcante Silva, em cerca R$500,6 mil. As gestoras estiveram frente \u00e0 administra\u00e7\u00e3o do \u00f3rg\u00e3o de sa\u00fade em 2019 e tiveram as contas julgadas irregulares pela Corte de Contas na manh\u00e3 desta ter\u00e7a-feira (14). 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