{"id":18180,"date":"2017-06-21T09:47:55","date_gmt":"2017-06-21T13:47:55","guid":{"rendered":"http:\/\/www.tceam.tc.br\/?p=18180"},"modified":"2017-07-11T09:28:40","modified_gmt":"2017-07-11T13:28:40","slug":"18180","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.tceam.tc.br\/?p=18180","title":{"rendered":"Contas de 2016 de Jos\u00e9 Melo s\u00e3o aprovadas com ressalvas"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: justify;\">\n\t<span style=\"background-color:#FFFF00;\">Veja o Relat&oacute;rio, Parecer do MPC e voto<\/span><span style=\"background-color:#DDA0DD;\"> <\/span><a href=\"http:\/\/www.tceam.tc.br\/wp-content\/uploads\/file\/Contas de 20016.rar\"><span style=\"background-color:#DDA0DD;\">aqui<\/span><\/a>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\n\tAs contas de gerais do ex-governador Jos&eacute; Melo, referente ao ano de 2016, foram aprovadas pelo colegiado do Tribunal de Contas do &nbsp;Estado do Amazonas (20), na manh&atilde; desta ter&ccedil;a-feira (20), com um total 12 ressalvas. O or&ccedil;amento consolidado da administra&ccedil;&atilde;o estadual foi de R$ 15,4 bilh&otilde;es.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\n\tO parecer pr&eacute;vio, aprovado em sess&atilde;o especial, recomendando a aprova&ccedil;&atilde;o das contas &mdash; com car&aacute;ter t&eacute;cnico e opinativo &mdash; ser&aacute; encaminhado at&eacute; a pr&oacute;xima sexta-feira (23) &agrave; Assembleia Legislativa do Estado do Amazonas (Aleam), que dever&aacute; fazer o julgamento pol&iacute;tico das contas de Jos&eacute; Melo. O relat&oacute;rio, parecer do Minist&eacute;rio P&uacute;blico de Contas e voto do relator, os quais resultaram em um processo de mais de 300 p&aacute;ginas ser&atilde;o disponibilizados na &iacute;ntegra no portal do TCE, no link Consulta do SIP&nbsp;(Servi&ccedil;o de Informa&ccedil;&atilde;o ao P&uacute;blico).\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\n\t<a href=\"http:\/\/www.tceam.tc.br\/wp-content\/uploads\/2017\/06\/Sess\u00e3o20.jpg\" rel=\"\" style=\"\" target=\"\" title=\"\"><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" alt=\"\" class=\"size-medium wp-image-18184 alignleft\" height=\"200\" src=\"http:\/\/www.tceam.tc.br\/wp-content\/uploads\/2017\/06\/Sess\u00e3o20-300x200.jpg\" style=\"\" title=\"\" width=\"300\" srcset=\"https:\/\/www.tceam.tc.br\/wp-content\/uploads\/2017\/06\/Sess\u00e3o20-300x200.jpg 300w, https:\/\/www.tceam.tc.br\/wp-content\/uploads\/2017\/06\/Sess\u00e3o20-696x464.jpg 696w, https:\/\/www.tceam.tc.br\/wp-content\/uploads\/2017\/06\/Sess\u00e3o20-1068x712.jpg 1068w, https:\/\/www.tceam.tc.br\/wp-content\/uploads\/2017\/06\/Sess\u00e3o20-630x420.jpg 630w, https:\/\/www.tceam.tc.br\/wp-content\/uploads\/2017\/06\/Sess\u00e3o20-768x512.jpg 768w, https:\/\/www.tceam.tc.br\/wp-content\/uploads\/2017\/06\/Sess\u00e3o20-1024x683.jpg 1024w, https:\/\/www.tceam.tc.br\/wp-content\/uploads\/2017\/06\/Sess\u00e3o20-620x413.jpg 620w, https:\/\/www.tceam.tc.br\/wp-content\/uploads\/2017\/06\/Sess\u00e3o20.jpg 2048w\" sizes=\"(max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><\/a>Conduzido pelo conselheiro Ari Moutinho J&uacute;nior, o qual presidiu a sess&atilde;o especial, o pleno acompanhou o voto do conselheiro-relator, Mario de Mello, que acolheu a sugest&atilde;o dos conselheiros Julio Cabral e J&uacute;lio Pinheiro de transformar as recomenda&ccedil;&otilde;es propostas &nbsp;tanto pelo Minist&eacute;rio P&uacute;blico de Contas e quanto no voto em ressalvas, para obrigar, conforme determina a lei, a administra&ccedil;&atilde;o estadual a cumprir as determina&ccedil;&otilde;es da Corte de Contas. &ldquo;O nosso voto era que todas as ressalvas fossem transformadas em recomenda&ccedil;&otilde;es, mas o Pleno decidiu e eu acompanhei. &Eacute; uma diferen&ccedil;a muito pequena. O importante &eacute; que as contas do Governo foram aprovadas, porque n&atilde;o tinha como n&atilde;o ser, uma vez que a an&aacute;lise do TCE, o foco principal, &eacute; or&ccedil;ament&aacute;rio e fiscal. O pleno reconheceu isso, porque n&atilde;o existiu nada irregular e n&atilde;o teria como n&atilde;o ser aprovada as contas do ex-governador Jos&eacute; Melo&rdquo;, disse Mario de Mello.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\n\tSegundo o voto do conselheiro Mario de Mello, o governo do Estado cumpriu todas as exig&ecirc;ncias previstas em lei e obedeceu todos os percentuais e limites de aplica&ccedil;&atilde;o previstos na Lei de Responsabilidade Fiscal, como o previsto na aplica&ccedil;&atilde;o de recursos destinados ao Fundeb, &agrave; Manuten&ccedil;&atilde;o e Desenvolvimento do Ensino, &agrave;s A&ccedil;&otilde;es e Servi&ccedil;os P&uacute;blicos de Sa&uacute;de, &agrave;s despesas com Pessoal, bem como &agrave;s Transfer&ecirc;ncias aos Munic&iacute;pios, foram observados, conforme estabelece as Constitui&ccedil;&otilde;es da Rep&uacute;blica e do Estado.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\n\t<strong>As &nbsp;ressalvas<\/strong>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\n\tEm seu voto, o conselheiro Mario de Mello determinou que sejam evitadas ocorr&ecirc;ncias de atrasos na publica&ccedil;&atilde;o dos Decretos no Di&aacute;rio Oficial do Estado, os quais chancelam projetos de incentivos fiscais j&aacute; aprovados pelo Conselho de Desenvolvimento do Estado do Amazonas &nbsp;(Codam), para que os projetos possam fluir de forma natural, assegurando os investimentos e a din&acirc;mica necess&aacute;ria ao desenvolvimento econ&ocirc;mico e social do Estado do Amazonas; que seja viabilizado esfor&ccedil;o no sentido de atender a demanda carcer&aacute;ria no Estado do Amazonas, com a constru&ccedil;&atilde;o de Unidades Prisionais, evitando assim novas rebeli&otilde;es; que d&ecirc; continuidade &agrave; ado&ccedil;&atilde;o do concurso p&uacute;blico de provas ou provas e t&iacute;tulos para a forma&ccedil;&atilde;o dos quadros permanentes de pessoal administrativo e evite as contrata&ccedil;&otilde;es tempor&aacute;rias; al&eacute;m de implementar, inclusive com a forma&ccedil;&atilde;o de quadro t&eacute;cnico permanente, mediante concurso p&uacute;blico, todos os servi&ccedil;os da Controladoria Geral do Estado.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\n\tMesmo sem ter direito a voto (o presidente s&oacute; vota em caso de empate), o conselheiro-presidente do TCE, Ari Moutinho J&uacute;nior, comentou&nbsp;sobre os incentivos fiscais concedidos &agrave;s empresas&nbsp; sem a devida contrapartida ao Estado. Ele citou exemplos de ind&uacute;strias que recebem incentivos, mas preferem manter alas em hospitais particulares em S&atilde;o Paulo.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\n\tSegundo ele, est&aacute; na hora de o Estado cobrar a contrapartida para beneficiar a sociedade. &ldquo;Qual dessas empresas construiu um creche em Manaus? A Amazonas Energia, por exemplo, recebeu R$ 81 milh&otilde;es de incentivos, mas deve ao Estado R$ 1 bilh&atilde;o. Da mesma forma a Petrobras, que deve R$ 400 milh&otilde;es, mas recebeu R$ 37 milh&otilde;es dos cofres em incentivo&rdquo;, disse e teve as pondera&ccedil;&otilde;es inclu&iacute;das como ressalvas.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\n\tDe acordo com o presidente, o TCE ir&aacute; acompanhar, cada vez mais de perto, a quest&atilde;o das ren&uacute;ncias fiscais. Segundo ele, mais de R$ 6 bilh&otilde;es, ou seja, mais de um ter&ccedil;o do or&ccedil;amento do Estado do Amazonas, que enfrenta dificuldades gigantescas, s&atilde;o de ren&uacute;ncias. &quot;N&oacute;s temos de saber se s&atilde;o merecidas ou n&atilde;o. Ent&atilde;o, o que n&oacute;s queremos saber: Quanto as empresas est&atilde;o recebendo de incentivos fiscais e a quantidade de empregos que elas deixam para o povo amazonense. Essa situa&ccedil;&atilde;o, n&atilde;o &eacute; favor. A popula&ccedil;&atilde;o, ao dar a ren&uacute;ncia fiscal, &eacute; bom que isso fique claro, paga adiantado por isso&quot;, afirmou, ao enfatizar que a Corte de Contas&nbsp;&eacute; a favor do modelo da Zona Franca de Manaus, por&eacute;m todos os gastos e situa&ccedil;&otilde;es t&ecirc;m de ser claros. &quot;A popula&ccedil;&atilde;o d&aacute; uma grande contrapartida e, no ano de 2016, foram mais de R$ 6 bilh&otilde;es o Estado do Amazonas deu em contrapartida as empresas do Polo Industrial&quot;, disse.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\n\t<strong>Contas devem ser divulgadas pela Aleam<\/strong>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\n\t&Agrave; Assembleia Legislativa do Estado do Amazonas, que dever&aacute; julgar as contas do governo de 2016, o TCE recomendou que fosse disponibilizado as contas apresentadas pelo chefe do Poder Executivo, durante todo o exerc&iacute;cio, no portal da Aleam, para consulta e aprecia&ccedil;&atilde;o pelos cidad&atilde;os por meio da internet.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\n\tAl&eacute;m do conselheiro J&uacute;lio Cabral, acompanharam o voto da relator os conselheiros J&uacute;lio Pinheiro, Josu&eacute; Filho e &Eacute;rico Desterro. A conselheira Yara Lins dos Santos acompanhou o voto no m&eacute;rito, votando pela aprova&ccedil;&atilde;o, mas preferiu manter as ressalvas como recomenda&ccedil;&otilde;es.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\n\t&#8212;\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\n\tTexto: Elvis Chaves|Fotos: Ana Cl&aacute;udia Jatahy<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Veja o Relat&oacute;rio, Parecer do MPC e voto aqui As contas de gerais do ex-governador Jos&eacute; Melo, referente ao ano de 2016, foram aprovadas pelo colegiado do Tribunal de Contas do &nbsp;Estado do Amazonas (20), na manh&atilde; desta ter&ccedil;a-feira (20), com um total 12 ressalvas. 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