{"id":14771,"date":"2015-12-16T15:45:49","date_gmt":"2015-12-16T19:45:49","guid":{"rendered":"http:\/\/www.tceam.tc.br\/?p=14771"},"modified":"2016-01-08T20:32:07","modified_gmt":"2016-01-09T00:32:07","slug":"tce-aprova-contas-de-arthur-neto-com-ressalva-e-recomendacoes","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.tceam.tc.br\/?p=14771","title":{"rendered":"TCE aprova contas de Arthur com ressalva e recomenda\u00e7\u00f5es"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: justify\">\n\tAs contas do 2&ordm; ano de administra&ccedil;&atilde;o do prefeito de Manaus, Arthur Virg&iacute;lio do Carmo Ribeiro Neto, referente ao exerc&iacute;cio de 2014, foram aprovadas, por unanimidade, com nove recomenda&ccedil;&otilde;es e uma ressalva, na manh&atilde; desta quarta-feira (16\/12), pelo colegiado do Tribunal de Contas do Estado do Amazonas (TCE-AM). O or&ccedil;amento do Executivo municipal foi de R$ 4 bilh&otilde;es.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tO parecer pr&eacute;vio &mdash; que tem car&aacute;ter t&eacute;cnico e opinativo &mdash; ser&aacute; encaminhado &agrave; C&acirc;mara Municipal de Manaus (CMM), a qual dever&aacute; fazer o julgamento pol&iacute;tico das contas do ano de 2014. O relat&oacute;rio, voto e o parecer das contas j&aacute; est&atilde;o disponibilizados na &iacute;ntegra no portal do TCE, no link do SIP (Servi&ccedil;o de Informa&ccedil;&atilde;o ao P&uacute;blico), na &aacute;rea de &ldquo;Consulta&rdquo;.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tOs conselheiros acompanharam o voto do conselheiro-relator, Julio Cabral, que acolheu as oito recomenda&ccedil;&otilde;es e uma das duas ressalvas feitas pelo procurador de Contas, Carlos Alberto Souza de Almeida. Os conselheiros &Eacute;rico Desterro e Ari Moutinho J&uacute;nior discordaram apenas da decis&atilde;o do relator de transformar uma das&nbsp;ressalvas, propostas pelo Minist&eacute;rio P&uacute;blicos de Contas, em mais uma recomenda&ccedil;&atilde;o, aumentando o n&uacute;mero para nove.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tDe acordo com o conselheiro-relator, baseado em relat&oacute;rio de inspe&ccedil;&atilde;o, a administra&ccedil;&atilde;o municipal cumpriu todas as exig&ecirc;ncias previstas na lei, como o limite previsto na aplica&ccedil;&atilde;o de recursos destinados &agrave; educa&ccedil;&atilde;o e sa&uacute;de, por exemplo; a execu&ccedil;&atilde;o dos Or&ccedil;amentos Fiscal &mdash; previsto na Lei de Diretrizes Or&ccedil;ament&aacute;rias (LDO) e no Plano Plurianual.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tConforme J&uacute;lio Cabral, os relat&oacute;rios de execu&ccedil;&atilde;o or&ccedil;ament&aacute;ria e de gest&atilde;o fiscal da Prefeitura de Manaus tamb&eacute;m foram encaminhados ao TCE dentro do prazo estabelecido.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tEntre as nove recomenda&ccedil;&otilde;es est&atilde;o a que o munic&iacute;pio d&ecirc; efetivo cumprimento ao tratamento diferenciado, preferencial e simplificado para os pequenos neg&oacute;cios, conforme prev&ecirc; a Lei de Licita&ccedil;&otilde;es (Lei 8.666\/1993), al&eacute;m de promover um sistema centralizado de licita&ccedil;&otilde;es para administra&ccedil;&atilde;o direta, evitando duplicidade; que seja efetuada o desvinculamento da Controladoria Interna do munic&iacute;pio da Secretaria Municipal de Finan&ccedil;as e que fortale&ccedil;a o controle; que o Executivo municipal adote um fact&iacute;vel plano de tratamento de res&iacute;duos s&oacute;lidos, entre outras recomenda&ccedil;&otilde;es.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tA ressalva feita &agrave;s contas do prefeito Arthur Neto &eacute; referente &agrave; falta de transpar&ecirc;ncia e de acesso &agrave; informa&ccedil;&atilde;o, que, segundo o procurador Carlos Alberto Almeida, foram banidas do Executivo municipal. Segundo a ressalva, que deve ser cumprida, sob pena de aplica&ccedil;&atilde;o de san&ccedil;&atilde;o futura, o munic&iacute;pio precisa estabelecer um sistema de transpar&ecirc;ncia de dados or&ccedil;ament&aacute;rios nos termos definidos pela Lei Complementar n&ordm; 131\/2009 e deve, de imediato, implantar um sistema de acesso &agrave; informa&ccedil;&otilde;es p&uacute;blicas.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tPresente &agrave; sess&atilde;o especial, o secret&aacute;rio municipal de Finan&ccedil;as, Ulisses Tapaj&oacute;s, parabenizou o conselheiro Julio Cabral pelo relat&oacute;rio e afirmou que a Prefeitura de Manaus vai seguir todas as nove recomenda&ccedil;&otilde;es e a ressalva feita pelo colegiado. &nbsp;\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tAo falar aos conselheiros e ao vice-presidente do TCE, conselheiro Ari Moutinho J&uacute;nior, que fez um apelo a Ulisses Tapaj&oacute;s pelo aperfei&ccedil;oamento da transpar&ecirc;ncia no munic&iacute;pio, para que Manaus servisse de exemplo para as demais cidades do Amazonas, o secret&aacute;rio informou que a Prefeitura de Manaus est&aacute; implantando um data-center moderno na sede do Executivo municipal e que a quest&atilde;o da transpar&ecirc;ncia e do acesso &agrave; informa&ccedil;&atilde;o estar&aacute; solucionado at&eacute; mar&ccedil;o de 2016. &ldquo;Esse moderno sistema est&aacute; sendo implantando dentro do plano de gest&atilde;o da Semef. O nosso portal de transpar&ecirc;ncia ficar&aacute; entre os cinco melhores do pa&iacute;s&rdquo;, prometeu.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tVotaram na sess&atilde;o os conselheiros J&uacute;lio Pinheiro, &Eacute;rico Desterro, Ari Moutinho J&uacute;nior, Yara Lins e Mario de Mello, al&eacute;m do conselheiro-relator. O presidente do TCE, Josu&eacute; Filho, conduziu a sess&atilde;o especial, a &uacute;ltima de sua gest&atilde;o.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t++++\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\tTexto: Elvis Chaves\/Fotos: Socorro Lins<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>As contas do 2&ordm; ano de administra&ccedil;&atilde;o do prefeito de Manaus, Arthur Virg&iacute;lio do Carmo Ribeiro Neto, referente ao exerc&iacute;cio de 2014, foram aprovadas, por unanimidade, com nove recomenda&ccedil;&otilde;es e uma ressalva, na manh&atilde; desta quarta-feira (16\/12), pelo colegiado do Tribunal de Contas do Estado do Amazonas (TCE-AM). 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