{"id":11106,"date":"2014-09-19T14:05:17","date_gmt":"2014-09-19T18:05:17","guid":{"rendered":"http:\/\/www.tceam.tc.br\/?p=11106"},"modified":"2014-09-29T12:22:55","modified_gmt":"2014-09-29T16:22:55","slug":"vi-a-maquina-datilografica-ser-substituida-pelo-computador-e-a-tecnologia-chegar-ao-tce","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.tceam.tc.br\/?p=11106","title":{"rendered":"\u201cVi a tecnologia chegar rapidamente ao TCE\u201d"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: justify\">\n\t<em style=\"text-align: justify;line-height: 1.6em\">Filha mais velha de uma fam&iacute;lia de seis irm&atilde;os, sendo g&ecirc;mea do advogado Jonas Lins, a conselheira Yara Lins dos Santos, de 57 anos, tem tr&ecirc;s filhos que decidiram pela carreira jur&iacute;dica, seguindo o seu exemplo. Aos 18 anos, em busca de independ&ecirc;ncia e mesmo recebendo pens&atilde;o dos pais &mdash; os tabeli&atilde;es Terezinha de Jesus Lins Rodrigues e Jos&eacute; de Ara&uacute;jo Rodrigues &mdash;, ela decidiu ingressar no Tribunal de Contas do Estado do Amazonas (TCE-AM), por meio de concurso, para o cargo de taqu&iacute;grafa, no ano 1975. Fez um curso de um ano e entrou no TCE, onde exerceu diversas fun&ccedil;&otilde;es. Humilde e aplicada no trabalho, Yara Lins dos Santos foi escolhida por merecimento pelo governador Jos&eacute; Melo para a fun&ccedil;&atilde;o de conselheira no semestre passado. Querida pelos servidores, a conselheira j&aacute; foi presidente da Associa&ccedil;&atilde;o dos Servidores do TCE (ASTC) e foi, por 11 anos, secret&aacute;ria administrativa da Corte de Contas, uma esp&eacute;cie de primeira-ministra do TCE, al&eacute;m de auditora-adjunta e auditora por 12 anos. Em mais de 30 anos de servi&ccedil;os prestados &agrave; corte de Contas, a conselheira viu a m&aacute;quina datilogr&aacute;fica ser substitu&iacute;da pelo computador nas depend&ecirc;ncias do TCE e acompanhou v&aacute;rias mudan&ccedil;as na corte de contas. Nesta s&eacute;rie de entrevistas com &nbsp;os conselheiros e auditores, ela conta um pouco de sua vida no TCE, fala de melhorias para os servidores e relembra caso antigos dentro do Tribunal.<\/em>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: center\">\n\t<img decoding=\"async\" alt=\"\" data-src=\"http:\/\/www.tceam.tc.br\/wp-content\/uploads\/image\/DSC05340.JPG\" style=\"font-size: 13px;line-height: 20.7999992370605px;width: 250px;height: 150px\" src=\"data:image\/gif;base64,R0lGODlhAQABAAAAACH5BAEKAAEALAAAAAABAAEAAAICTAEAOw==\" class=\"lazyload\" \/><img decoding=\"async\" alt=\"\" data-src=\"http:\/\/www.tceam.tc.br\/wp-content\/uploads\/image\/DSC05325.JPG\" style=\"font-size: 13px;line-height: 20.7999992370605px;width: 250px;height: 150px\" src=\"data:image\/gif;base64,R0lGODlhAQABAAAAACH5BAEKAAEALAAAAAABAAEAAAICTAEAOw==\" class=\"lazyload\" \/>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t<strong>Decom:<\/strong> &Eacute; formada direito e contabilidade, mas &eacute; a &uacute;nica com forma&ccedil;&atilde;o em direito de sua fam&iacute;lia? S&atilde;o quantos filhos? &Eacute; a do meio, ca&ccedil;ula ou primog&ecirc;nita?\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t<strong>Yara Lins dos Santos:<\/strong> N&atilde;o. Tenho uma irm&atilde; e dois irm&atilde;os formados em direito. Somos seis irm&atilde;os e sou g&ecirc;mea de outro irm&atilde;o (Jonas). Somos os mais velhos. Meus pais sempre foram muito presentes. Como a mais velha, sempre tive a preocupa&ccedil;&atilde;o de dar o bom exemplo. Sou casada h&aacute; 25 anos e tive tr&ecirc;s filhos, todos eles formados em direito, o mais velho &eacute; juiz federal do Trabalho, uma servidora p&uacute;blica e o outro quer ser empres&aacute;rio.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t<strong style=\"line-height: 1.6em\">Decom<\/strong><span style=\"line-height: 1.6em\">: A senhora entrou no TCE cedo, muito nova, como veio parar da Corte?<\/span>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t<strong><span style=\"line-height: 1.6em\">YLS<\/span><\/strong><span style=\"line-height: 1.6em\">: Eu terminei o ensino m&eacute;dio e queria muito trabalhar. Mesmo sem necessidade financeira, porque os meus pais eram tabeli&atilde;es e a minha mesada era superior ao sal&aacute;rio que poderia ter no TCE, eu queria independ&ecirc;ncia, j&aacute; queria trabalhar. No TCE n&atilde;o tinha concurso para outro cargo, a n&atilde;o ser para taquigrafa. Primeiro fiz um curso de um ano, depois&nbsp;o concurso e entrei no TCE em 1975, aos 18 anos, no primeiro emprego. Sempre trabalhei com os conselheiros. Fiz o cient&iacute;fico no col&eacute;gio Dom Bosco&nbsp;e depois fiz o curso superior em&nbsp;contabilidade, terminando em 1983. Depois fiz direito.&nbsp;Aqui dentro, fui fazendo os concursos internos. Fui t&eacute;cnica de Controle Externo e depois inspetora de Controle Externo. Mais tarde, eu fui convidada para ser a secret&aacute;ria administrativa da Corte, onde fiquei na fun&ccedil;&atilde;o por 11 anos. Naquele tempo, a secret&aacute;ria era a que fazia tudo, era um esp&eacute;cie de &quot;primeira-ministra do TCE&quot;. No ano de 1989, por merecimento, assumi&nbsp;a fun&ccedil;&atilde;o de auditora-adjunta do TCE e 2002, auditora. Este ano, assumi a vaga de conselheira deixada pelo ent&atilde;o conselheiro L&uacute;cio Albuquerque.<\/span>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t<strong>Decom:<\/strong> O governador Jos&eacute; Melo a escolheu em uma lista tr&iacute;plice, por merecimento, para o cargo de conselheira na vaga reservada para os auditores. Como se sente sendo a segunda mulher a ingressar no colegiado do TCE e a &uacute;nica mulher do Tribunal Pleno atualmente?\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t<strong>YLS<\/strong>: Sinto-me bem, sinceramente, e feliz, mas n&atilde;o tenho extrema vaidade por causa disso. Procuro fazer o meu trabalho. Eu sempre penso que todos s&atilde;o iguais. Apesar de ser mulher, eu sinto que o tratamento &eacute; igual. Estou na mesma posi&ccedil;&atilde;o dos homens. N&atilde;o tem essa de achar que sou mais fr&aacute;gil, mais d&oacute;cil, mais isso ou aquilo. Temos de encarar a realidade como ela &eacute;, como as coisas s&atilde;o. Somos todos conselheiros e temos de seguir a lei. Num ditado popular, voc&ecirc; tem de ser homem tamb&eacute;m. Agora, me policio sempre com essa quest&atilde;o da vaidade. N&atilde;o sou melhor que ningu&eacute;m. Gosto mais de pedir do que mandar. Gosto mais de servir do que ser servida. Sinto-me bem em servir, contribuir com as pessoas, principalmente com os mais humildes. Meu gabinete est&aacute; sempre aberto. Quando as pessoas v&ecirc;m aqui, eu atendo logo, n&atilde;o mando voltar e marcar na agenda. Sou acess&iacute;vel.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t<strong>Decom:<\/strong> S&atilde;o 12 anos de vasta experi&ecirc;ncia como auditora do TCE e agora &eacute; conselheira? Tem diferen&ccedil;a? Mudou alguma coisa?\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t<strong>YLS<\/strong>: O que vejo de mudan&ccedil;a &eacute; no olhar das pessoas comigo, agora. Eu vejo mais mudan&ccedil;as no comportamento das pessoas comigo. Entendeu? O trabalho e o empenho continuam o mesmo. Hoje, eu fico olhando as rea&ccedil;&otilde;es de algumas pessoas&#8230; mas enfim.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t<strong style=\"line-height: 1.6em\">Decom:<\/strong><span style=\"line-height: 1.6em\"> Nesses anos todos no TCE, a senhora viu o &oacute;rg&atilde;o mudar de endere&ccedil;o, crescer, viu passar v&aacute;rios conselheiros, v&aacute;rias presid&ecirc;ncias, mas tem algum fato que marcou sua vida funcional?<\/span>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t<strong>YLS<\/strong>: Cada mudan&ccedil;a, de fato, era uma coisa boa que acontecia. Eu sou do tempo do &ldquo;Edif&iacute;cio Tartaruga&rdquo;, para se ter uma ideia, em frente ao antigo hotel Amazonas. Depois passamos para um outro em frente ao Posto 7. Eu vi as mudan&ccedil;as da m&aacute;quina de escrever, de calcular. Vi a tecnologia chegar rapidamente &agrave; corte de contas. Vivi todas as mudan&ccedil;as. Eu era taqu&iacute;grafa e tinha de fazer atas com 30 folhas para a semana seguinte. &Agrave;s vezes, tinha de levar para casa para dar conta. N&atilde;o podia atrasar. Eles (conselheiros) eram muito r&iacute;gidos. Trabalhei com conselheiros muito frios, quase intoc&aacute;veis, distantes mesmos e com m&eacute;todos antigos. Com o tempo tudo foi mudando, mas sempre teve um colegiado muito &eacute;tico e qualificado. Hoje, n&oacute;s temos um colegiado mais jovem, mais moderno, mais simples e tamb&eacute;m acess&iacute;vel. Mudou a maneira de se relacionar, de julgar, tudo ficou mais veloz. Bem, o mundo mudou e aqui dentro tudo mudou&#8230; para melhor. O que vemos com as mudan&ccedil;as &eacute; que o tempo passa r&aacute;pido&nbsp;e voc&ecirc; tem de viver de bem com a vida, com o trabalho e, sobretudo, com a sua fam&iacute;lia. Eu passo muito tempo aqui dentro, ent&atilde;o nada mais justo do que fazer um prazeroso e bom ambiente de trabalho.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t<strong style=\"line-height: 1.6em\">Decom:<\/strong><span style=\"line-height: 1.6em\">&nbsp; Os servidores t&ecirc;m um carinho muito grande pela senhora. Em sua posse tinha muitos presentes, disputando cadeiras com autoridades.&nbsp; A que a atribui esse sentimento?<\/span>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t<span style=\"line-height: 1.6em\"><strong>YLS<\/strong>: Amizade sincera. Odeio hipocrisia. Quando sou amiga da pessoa, sou amiga pela frente e tamb&eacute;m por tr&aacute;s.&nbsp; N&atilde;o tenho inimigos. Se tem algu&eacute;m que me tem como inimiga, eu lamento muito. Ainda que fa&ccedil;am coisas para me prejudicar, eu n&atilde;o vou mudar o meu jeito para me tornar igual &agrave; pessoa. Eu temo a Deus e entrego a Deus tudo. Acho que essas pessoas v&atilde;o aprender a n&atilde;o querer ser m&aacute;s. Eu gosto e me dou bem com todos. Se eu puder ajudar, eu ajudo. Acho que aqui est&aacute; a diferen&ccedil;a. N&atilde;o estou sempre ali com as pessoas, mas elas sabem que se precisarem de mim, eu estarei sempre com as portas abertas e pronto para ajud&aacute;-las. Penso que por isso&nbsp;eles me queiram bem.<\/span>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t<strong>Decom:<\/strong> A senhora presidiu a Associa&ccedil;&atilde;o dos Servidores por um tempo&#8230;\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t<strong>YLS:<\/strong> Por 4 anos. Fui aclamada presidente. Foi muito bom, eu, inclusive, na pr&oacute;xima elei&ccedil;&atilde;o, vou conversar com os dirigentes porque, sinceramente, estou achando tudo muito parado e, por vezes, desorganizado. O que a Astec (Associa&ccedil;&atilde;o dos Servidores do TCE) tem hoje s&oacute; tem porque foi comprado por mim, durante minha gest&atilde;o. Comprei o terreno, mandei fazer o chap&eacute;u de palha e ainda deixei o dinheiro para fazer a piscina N&atilde;o houve melhorias depois disso e olha que j&aacute; se passaram 23 anos. O meu plano, na &eacute;poca, era ter comprado o terreno da frente e ainda comprar um micro-&ocirc;nibus para levar os servidores daqui para l&aacute;. Entendo que sede campestre da associa&ccedil;&atilde;o &eacute; uma extens&atilde;o da fam&iacute;lia TCE. Conseguimos muitas coisas com doa&ccedil;&atilde;o, mas fomos atr&aacute;s. As coisas precisam acontecer.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t<strong>Decom<\/strong>: Os colegas lhe consideram a &ldquo;poli position&rdquo; no julgamento de processos. Como &eacute; composta sua equipe de assessores? Qual o seu m&eacute;todo? Qual o segredo?\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t<strong>YLS<\/strong>: N&atilde;o tem segredo. Chego todo os dias para trabalhar &agrave;s 8h e saio depois 15h. Acompanho tudo. Quando vejo que tem algum assessor com processo parado, eu o chamo e pergunto qual &eacute; a d&uacute;vida, para se esclarecer tudo. O que a causa essa parada processual s&atilde;o d&uacute;vidas. A partir do momento em que se tiram as d&uacute;vidas dos assessores, eles trabalham com mais celeridade. Toda a sexta-feira, por exemplo, eu acompanho&nbsp;a produ&ccedil;&atilde;o do meu gabinete por meio de relat&oacute;rio e tamb&eacute;m pe&ccedil;o um levantamento de cada um. Estou sempre de olho.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t<span style=\"line-height: 1.6em\"><strong>Decom:<\/strong> E quantos processos a julga por m&ecirc;s?<\/span>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t<strong>YLS<\/strong>: Julgo uma m&eacute;dia de 450 processos por m&ecirc;s. No ano, passam de 4 mil processos. S&atilde;o presta&ccedil;&otilde;es de contas, recursos, representa&ccedil;&otilde;es, tudo. Julgamento com celeridade, como pede a sociedade.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t<strong>Decom<\/strong>: Outro dia um ve&iacute;culo de comunica&ccedil;&atilde;o afirmou que a senhora era a que mais reformava decis&otilde;es por meio de recursos&#8230;\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t<strong>YLS:<\/strong> Foi um equ&iacute;voco da reportagem do ve&iacute;culo de comunica&ccedil;&atilde;o. Quem julga mais processos julga mais processos que os outros, claro que julga tamb&eacute;m mais recursos. Se tivessem aferido por percentual e ainda por tempo de servi&ccedil;o, certamente&nbsp;n&atilde;o seria eu a que mais reforma decis&otilde;es. Esse levantamento &eacute; muito relativo. O que sei &eacute; que o meu gabinete &eacute; um dos que mais produzem. Tenho os n&uacute;meros para mostrar para quem quiser.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t<span style=\"line-height: 1.6em\"><strong>Decom:<\/strong>&nbsp; Um recado para os servidores?<\/span>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t<strong>YLS:<\/strong> Aos servidores diria que falta pouca coisa para que se sintam privilegiados. Falta melhorar um pouco o sal&aacute;rio, mas eles j&aacute; t&ecirc;m um ambiente de trabalho confort&aacute;vel, salubre, com estacionamento confort&aacute;vel, coberto, coisa que muitos &oacute;rg&atilde;os n&atilde;o t&ecirc;m. Tem uma gratifica&ccedil;&atilde;o por produtividade, sem falar do sal&aacute;rio em dia. N&oacute;s temos uma qualidade de vida boa no trabalho. No meu gabinete por exemplo, as pessoas produzem muito, mas n&atilde;o sou carrasca. Procuramos trabalhar da maneira mais agrad&aacute;vel poss&iacute;vel.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t<strong><span style=\"line-height: 1.6em\">Decom:<\/span><\/strong><span style=\"line-height: 1.6em\">&nbsp; O que espera para o futuro do TCE?<\/span>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t<strong>YLS<\/strong>: Que o TCE reconhe&ccedil;a cada vez mais servidores que d&atilde;o e deram a vida pelo &oacute;rg&atilde;o. Eu espero que os funcion&aacute;rios antigos se sintam mais privilegiados. As pessoas que t&ecirc;m 30 anos n&atilde;o podem ser comparadas com os mais novos, com 2 anos de servi&ccedil;o. Acho injusto. Sou pela Justi&ccedil;a. Como conselheira, vou propor que setor de assist&ecirc;ncia social da corte fa&ccedil;a um trabalho de preven&ccedil;&atilde;o junto aos servidores, cont&iacute;nuo e de sa&uacute;de com eles. Quero que eles acompanhem os colaboradores, n&atilde;o somente quando estiverem internados ou doentes. Esse setor &eacute; fundamental tamb&eacute;m para o TCE e precisa estar mais presente. Estou aqui para colaborar.\n<\/p>\n<p style=\"text-align: right\">\n\t____\n<\/p>\n<p style=\"text-align: right\">\n\tEntrevistador: Elvis Chaves\/ Fotos: Socorro Lins<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Filha mais velha de uma fam&iacute;lia de seis irm&atilde;os, sendo g&ecirc;mea do advogado Jonas Lins, a conselheira Yara Lins dos Santos, de 57 anos, tem tr&ecirc;s filhos que decidiram pela carreira jur&iacute;dica, seguindo o seu exemplo. 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